Carnaval vem ai, cuidado
O carnaval se aproxima. É tempo de festa, bebida, badalação, muita gente reunida e pensamentos nem sempre tão “santos”. É uma época digamos, leviana, por reunir corpo e mente em objetivos que estão um pouco longe de serem religiosos, para alguns. Vamos falar a maioria da população que fará parte de blocos, micaretas e pulará incansavelmente atrás de trios elétrico bebendo, beijando e sendo aquilo que o carnaval proporciona, alegre.
No meu caso, vou para uma casa de praia um pouco afastada do “fervo”. Prefiro assim pois posso curar a ressaca ouvindo a onda do mar e, quando quiser ter outra simplesmente vou até a folia concentrada. Meu pai Ogum me dê luz e força para agüentar quatro dias de muita festa e diversão. Preciso ter cuidado!
Cuidado com o que? Sou umbandista, um instrumento de caridade que precisa estar sempre limpo espiritualmente e alerta aos males que a espiritualidade, sempre pode proporcionar. Fechar o corpo para festar tranqüilo é preciso. Quando falo em fechar o corpo, me refiro não somente ao ritual, mas também à oração destinada ao seus guias e protetores, pedindo saúde, paz e muita, muita segurança tanto física quanto espiritual, afastando a maleficências que podem querer pairar diante de mim. Acho que todos deveriam fazer isso. Mas cada cabeça é uma cabeça, hehe.
Desejo à todos um ótimo carnaval. Muita festa, proteção e a certeza de muitas histórias, engraçadas, para contar.
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Como muitos já sabem, sou um grande fã de tudo que envolva samba e seus compositores. Não cresci ouvindo Cartola, Noel, Fundo de Quintal ou até mesmo Zeca Pagodinho. Cresci em meio às variadas etnias até porque já morei em cidades como Joinville, Tubarão e Palhoça, que possuem estilos e qualidade de vida diferente. Não tive a honra e a oportunidade de crescer meio a grandes rodas de samba ou participar de grandes ensaios nas quadras da escola de samba desse Brasil, muito menos vi um Show do Arlindo Cruz que não fosse pelo DVD.
Estava eu, em plena aula de gestão empresarial, quando nos é passado uma atividade relativamente simples, mas, por motivos desconhecidos, levou duas horas para ser executada por toda a turma (terminamos em 20 minutos).
Ultimamente tenho passado por momentos que me fizeram pensar e repensar diversas vezes sobre qual é a verdadeira função de algumas crenças e a maneira com a qual elas se expõem e mantém na sociedade atual. De fato, não sou um profundo conhecedor das ritualísticas e crenças. Neste momento, sou apenas um instrumento mediúnico analisando alguns fatos e tirando suas conclusões sendo elas de apoio geral ou não. Como alguns sabem, sou umbandista do segmento Almas e Angola, já tendo sido também freqüentador da doutrina de Kardec. Por este motivo, me atenho a falar das crenças que convivo diariamente não querendo, em momento algum, fazer uma crítica destrutiva, efetuando apenas uma análise de fatos para os leitores e admiradores deste blog, me baseando em experiências próprias e relatos de conhecidos de outras casas.