Como muitos puderam ver, retomei as funções do meu site a todo o vapor. E continuo empolgado a postar. O problema são as datas e as agendas que não batem e NUNCA bateram. De qualquer maneira, adoro postar aqui e continuarei.
Porém, gostaria de mandar um recado a todos os visitantes, mesmo que ocultos por não comentar…
Gostaria de dizer que, em primeiro lugar, isto aqui não tem NENHUM RELACIONAMENTO com outro portal, empresa ou seja o que for de atualizável. Aqui é um changelog e um espaço ao qual eu compartilho o que eu bem entender.
Em segundo lugar, o post relacionado ao desabafo pelo roubo que me aconteceu, não serve de imagem ou retrato de minha personalidade. Me convide para um café ou um churrasco, ai vai me conhecer melhor formar alguma opinião, quem sabe. Todos passaram e ainda vão passar por momentos de dúvidas em suas vidas; tanto dentro do santo quanto dentro de uma sociedade e, perguntas como as que eu fiz a mim mesmo e aos meus leitores, foram feitas por todos em algum momento da vida. Quem nega que o tenha feito, mente.
Retirei o post para evitar mais comentários que, prefiro simplesmente qualificar como obsoletos ou ainda, nonsenses.
Obrigado e um abraço aos 450 visitantes, diários.
Essa é uma dos milhares de questionamentos que me faço todos os dias. O que eu realmente busco é uma incógnita tão grande quanto qualquer equação que já tenha sido proposta para mim. Você se pega em tantas encruzilhadas que chega a pensar que é um Exu, ou um ponto relativo muito mais perdido.
Já pensei em ser bombeiro, jogador de futebol, lutador de karatê, nadador, remador, cozinheiro ou piloto. Imaginei-me vivendo em um mundo de pokemons, digimons e lutando em um mundo de Dragon Ball (quem não levantou as mãos e ajudou o Goku a fazer a genki-dama não teve infância).
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Como muitos já sabem, sou um grande fã de tudo que envolva samba e seus compositores. Não cresci ouvindo Cartola, Noel, Fundo de Quintal ou até mesmo Zeca Pagodinho. Cresci em meio às variadas etnias até porque já morei em cidades como Joinville, Tubarão e Palhoça, que possuem estilos e qualidade de vida diferente. Não tive a honra e a oportunidade de crescer meio a grandes rodas de samba ou participar de grandes ensaios nas quadras da escola de samba desse Brasil, muito menos vi um Show do Arlindo Cruz que não fosse pelo DVD.
Mesmo assim, o samba faz parte de mim e de minha raiz. Minha família por parte de mãe deu inicio a duas escolas de Samba, meu avô esteve à frente de grandes carnavais e meu tio avo, é um marco cultural inspirado por suas fantasias e temas explorados por várias escolas campeãs. Não sei se é para me sentir mais próximo do meu avô, que já partiu e não tive tanta oportunidade de conhecer que tenho fascinação pelo som do cavaco, pandeiro e toda aquela batucada cercada de felicidade e vibração. O que sei é que ele é a minha inspiração na hora de cantar e tocar. É como se eu tentasse dizer para ele que o samba continua na família mesmo depois de sua morte. É como se estivesse homenageando aquele que deu tanto orgulho para nossa família e que com certeza é um marco e exemplo, para todos nós.
Mais o que tudo isso tem a ver com o samba aqui na Grande Florianópolis? A resposta é simplesmente porque o samba assim como qualquer ritmo musical deveria ter apoiadores, inspiradores e propagadores. Aqui, segundo informações, é um pouco diferente.
Como já dito, inspirado pelo meu avô, e alguns outros membros de minha família, o meu encanto pelo samba despertou e desde então não me canso de querer participar das rodas regadas a muito som, felicidade e cerveja.
Em todas as rodas que participei sempre fui bem recebido e participativo fazendo cada vez mais amizades aumentando assim os convites para cada vez estar presente representando nosso samba junto com todos os outros talentosos músicos. O que mais me encanta é um bar, algumas mesas, cerveja gelada e um coral acompanhando o samba, dançando e cantando. Até o momento, tive muitas oportunidades participando ou simplesmente assistindo o som que os sambistas da região têm a mostrar. Fico abismado com tanta qualidade no repertório, percussão, cordas e voz que me é apresentado. Grupos como Número Baixo, Bom Partido e Novos Bambas, são orgulho para a Grande Florianópolis e merecem, indiscutivelmente, mais atenção e apoio.
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Estava eu, em plena aula de gestão empresarial, quando nos é passado uma atividade relativamente simples, mas, por motivos desconhecidos, levou duas horas para ser executada por toda a turma (terminamos em 20 minutos).
O interessante é o que vem depois. Entramos em um assunto que é motivo de discussão, guerras e mortes espalhadas pelo mundo, religião. Está que merece todos estes e muito mais atributos, foi nosso assunto de conversa por uma hora e meia. O que não pode ser deixado de comentar é que estavam sentados á mesa um católico, uma bruxa, um ateu e um seguidor dos ritos africanos, no caso, eu.
Enquanto o ateu falava de sua falta de fé, da sua falta de crença e do seu repúdio a alguns feitos da igreja católica (santa inquisição, por exemplo), os demais tentavam explicar ao mesmo seus pontos de repúdio e aprovação sobre algumas religiões e sua sistemática. E a longa conversa de justificativas ia se prolongando onde o principal alvo era os “macumbeiros” e a igreja católica com todos os seus erros e o seu santo livro cheio de contravenções.
Então, o católico começou a falar de sua rotina e atividades dentro da igreja e como a religião influenciava em sua vida e vice-versa. Logo se percebeu que não era um católico comedor de hóstia e decorador de passarela pra procissão. Era sim uma pessoa que participava ativamente da religião, buscando entender seus dogmas, preceitos e, acima de tudo, melhorar e alimentar seu espírito com luz.
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Ultimamente tenho passado por momentos que me fizeram pensar e repensar diversas vezes sobre qual é a verdadeira função de algumas crenças e a maneira com a qual elas se expõem e mantém na sociedade atual. De fato, não sou um profundo conhecedor das ritualísticas e crenças. Neste momento, sou apenas um instrumento mediúnico analisando alguns fatos e tirando suas conclusões sendo elas de apoio geral ou não. Como alguns sabem, sou umbandista do segmento Almas e Angola, já tendo sido também freqüentador da doutrina de Kardec. Por este motivo, me atenho a falar das crenças que convivo diariamente não querendo, em momento algum, fazer uma crítica destrutiva, efetuando apenas uma análise de fatos para os leitores e admiradores deste blog, me baseando em experiências próprias e relatos de conhecidos de outras casas.
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Nas rodas de samba da vida, fiquei sabendo da existência de uma roda de samba onde o cerimonial se passava em torno de uma vela acesa que, ao apagar, apagava junto com a chama o samba. Foi me informado o nome de “Samba de vela”, mas já ouvi “Pagode da vela” também. O que importa é que a vela da um ar de sagrado, religioso, crédulo, tudo aquilo que o samba merece. A união dos compositores, músicos, interpretes e toda a massa do samba, leva essa maneira de sambar a um novo nível, um novo ar, um novo conceito com cara de antigo, mantendo a tradição. É por isso que penso em trazer essa idéia para a minha comunidade também. Não com a mesma grandeza, beleza e repertório (até porque não chegaria nem perto), mas tentar reunir o povo do samba em uma roda animada como sempre acontece, porém, desta vez, utilizar a imagem da vela. Porque não? Read more…
Há muito tempo eu vinha escutando e lendo algumas pessoas comentar sobre o Twitter e como ele fofocava sobre a vida das pessoas. O ser humano realmente tem a necessidade de saber o que acontece com a vida do seu semelhante? A resposta (em minha humilde opinião) é sim! Nós em temos a extrema necessidade de saber o que acontece na vida das pessoas que estão ao nosso redor. Mesmo que seja uma informação mínima ou insignificante. Ter um vizinho e não saber quantas vezes ele lava roupa por semana, ou se tem o costume de comer na sala vendo televisão e não na mesa com os demais, pode significar uma agonia e uma grande vontade de “espionar”.
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